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Segunda-feira, Junho 23, 2008

Brincadeira de criança

Escolhendo o presente da Helô, eu e a Nessa fomos a uma loja de brinquedos apaixonante, a Serelepe. Consegui achar vários brinquedos para mim, mas esse não era o objetivo da visita ;-) Depois de vários brinquedos interessantes, acabamos escolhendo um Diabolo, porque eu queria dar alguma coisa que ela realmente fosse usar muito, que não "gastasse" ou "acabasse" fácil.

Apesar de ser um brinquedo antigo, fui conhecer o nome apenas naquele momento, quando a Nessa disse que ela queria um. O resultado foi que ela adorou, ficou empolgadíssima e eu e a Helena mais ainda :-) A baixinha quase não teve chance, porque o pai e a irmã mais velha queriam ficar "ensinando" tudo pra ela :-) No final, o diabolo ficou tão judiado, entes mesmo dela curtir, que compramos outro pra ela, adiantamos o presente da Helena com outro e eu herdei o "velho". A febre do momento lá em casa :-)

Mas o que eu queria dizer com esse texto é que essa febre do diabolo entre a criançada é mais uma prova de que não existe essa história de que as crianças, hoje, só querem saber de jogos eletrônicos. As crianças continuam se encantando e adorando os brinquedos antigos. Diabolos, futebol de botão, pular corda, andar de bicicleta, a boa e velha bola, de todos os tipos, e tantas outras brincadeiras continuam e continuarão tendo espaço cativo nos gosto da criançada.

Não sei de onde a mídia, que adora bater nessa tecla, tira essa conclusão. Talvez pela força da propaganda das consoles de jogos, que, claro, devem dar muito mais lucro a multinacionais do porte de Sony, Nintendo e outras. Aí os pais mais preguiçosos ou medrosos, embarcam no jogo, já que é muito mais cômodo ter os filhos grudados na frente de uma TV, detonando em controles impossíveis de serem aprendidos por quem tem mais de trinta. Muito mais cômodo, porque eles sempre saberão onde estão seus filhos, na segurança de uma poltrona, até mesmo sem a necessidade da presença de uma outra pessoa para auxiliar no jogo. Não estou dizendo que os jogos eletrônicos não são bacanas. São e são apaixonantes também, muito! Mas criança gosta e precisa correr, pular, gritar, SUAR. É fisiológico ;-)

Quer ver criança brincando "como antigamente" (isso nunca deixou de acontecer)? Dê brinquedos "de antigamente"!


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